segunda-feira, 21 de março de 2011

BARACK OBAMA NO BRASIL

Finalmente um Presidente Norte Americano no Brasil em situação de relaxamento. Turismo? Acordos? Amistad?
Após a utilização de uma finissima arte de maquiagem nas cidades em que o Presidente do país mais poderoso do mundo,EUA, Barack Obama e sua família passaria, o inevitável aconteceu, o surgimento de uma nova civilização que, ao colher do passado novas configurações para o presente visava a compreensão do novo no mundo novo, e ao mesmo tempo promovia com velocidade ímpar a ocultação das imensas desigualdades sociais e económicas do Brasil.
Partindo do princípio e caráter de sensatez foi o encontro das elites empresariais , e dos mais altos escalões da política democrática de direitos nacional reuniram-se no Planalto, em Brasília.
De fato, poderia ter sido na suntuosa edificação oitocentista do palácio do Itamaraty no Rio de Janeiro, como em áureos tempos. Teria um ar de nobreza.
Esta metáfora para a realidade veio como uma dose de adrenalina na emergente cultura de um tímido crescimento do país, afinal, fincava os pés no Brasil varonil o homem considerado como o mais poderoso do mundo, e ao lado houve então a nessidade de deixá-lo ver somente o trivial da alegria de um povo sofredor e acolhedor por natureza.
Isto porque temos a pretensão, de liderar, e, de ser o ponto convergente da arte de dominar o mundo, mas, temos também a plena convicção de que não podemos buscar isto sozinhos resultando então, uma complexa aliança para uma companhia de um novo estilo hoddierno impulsionando assim, uma notória e significativa transformação sobre a integração política, económica e diplomática nacional, pois estas seguiram na direção da Sede do Governo, em Brasilia, lá se acomodaram e assim geraram um sentimento de sociedade decente, ética e comunitária.
Existe algo de novo aqui? Dificil decifrar?
Em milhões de lares os olhos se voltaram para a TV para acompanhar o desempenho da primeira mulher a representar o governo do Brasil frente ao homem mais poderoso do mundo, o Presidente dos Estados Unidos da America do Norte, cuja aparencia amigável, simplista em seu discurso informal, comparativo entre as formas históricas das duas nações externando seus desejos de partilhar responsabilidades sobre a paz mundial frisando que a verdadeira democracia pode levar qualquer cidadão ao patamar em que ambos se encontram.
Cenas assim não são comuns por aqui. É só refletir sobre as grandes desigualdades, desrespeito,
alto nível de corrupção e a impunidade diante dos compatriotas poderosos.
Os que sobraram,coitados! Tão humilhados e desgastados já pensam em desistir do pensamento quase utópico, sobre um futuro instantaneo baseado na igualdade, respeito mútuo, educação, habitação, infraestrutura, tecnologia, empreendedorismo e a tão sonhada economia renovável.
Isto ainda vai longe... Será que o brasileiro é mesmo "bonzinho"?
Como vencer desafios tão tortuosos quando a justiça social, os direitos universais e humanos são execrados a cada segundo que se passa?
Pensando nisso, o povo brasileiro pode e deve decifrar as novas regras gritadas pelos mundos, em volta do mundo participando de fato com efetividade como se fosse uma "ola" visando desintegrar as grandes repressões.

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