O panorama dos últimos acontecimentos políticos sociais tem sido de grande desagravo para nós , brasileiros que amam e não pretendem deixar a Santa Terrinha.
Fato que me tem levado ao afastamento deste meu blog, pois creio que em um momento qualquer, a Justiça e as Leis desse país serão de fato cumpridas. No momento...
- O descrédito é total, momentaneamente, sobre qualquer movimento.
As famigeradas pizzas de resultados estapafúrdios já se tornaram inexpressivas!
A nova denominação para os conflitos é "incongruências"!
Fato que me tem levado ao afastamento deste meu blog, pois creio que em um momento qualquer, a Justiça e as Leis desse país serão de fato cumpridas. No momento...
- O descrédito é total, momentaneamente, sobre qualquer movimento.
As famigeradas pizzas de resultados estapafúrdios já se tornaram inexpressivas!
Existem ainda fatos e atos bem piores!
A nova denominação para os conflitos é "incongruências"!
Basta observar , que as contradições expostas pela Corte do STF, os choques de idéias e ideais entre o três Poderes, a impunidade dos congressistas corruptos, a insatisfação generalizada dos indivíduos nacionais, que muito trabalham e pouco recebem tem trazido à tona sentimentos pessimistas, os quais se vão na direção de uma mudança explosiva e prejudicial para todos.
Para melhor explicitar existe , uma ampla e verdadeira quebra de braços entre todos os atores envolvidos nas "incongruências" jurídicas e políticas desse país.
Justo à uma nação que tudo tem para dar certo, em seus diversos âmbitos e/ou setores (social, econômico, político, religioso, cultural, etc.) mas, entra numa marcha, que segue aos trancos e barrancos, sem perspectivas de se chegar a lugar algum.
A máquina Brasil está em situação de entrave, onde o Poder arrisca uma maquiagem pesada forçando uma falsa visualização, para poucos é claro, de que tudo está bem e em pleno esplendor de um crescimento, o fictício.
Bom mesmo só se for para a FRIBOI! (rsrsrsrs)
A partir daí se enfatiza : Até existe até a classe "C"!
Mas, "C" de que mesmo? De "Carência" de educação, saúde, segurança, transportes, respeito aos direitos democráticos e humanos , ou sei lá mais o quê?
Entretanto, no momento é possível ver claramente que a imagem apresentada não é original.
Perceptível mesmo é o exército de organizações desorganizadas como associações, partidos políticos, igrejas, sindicatos de operários, câmaras de comércio, autarquias/organizações profissionais, enxurradas de organizações étnicas (estas então!) que acreditam ter voz e vez perante o Estado, e saírem em marcha cantando sei lá o quê, pelas ruas e avenidas em completo desatino.
Já que a orquestra foi ensaiada em voz baixa, por um maestro bem poderoso, forçando a volta daqueles que sequer chegaram lá. Simplesmente porque as vozes se separaram por sons indecifráveis. Cada um a seu tom e letra provocaram um resultado inusitado:
O imediatismo da reforma política para benefício de quem já se encontra maestro e deseja continuidade.
Certamente, a música entoada pelas ruas e avenidas não ofereceu qualquer ilustração para o povo, que mais uma vez se deixaram enganar por imensuráveis engôdos. Percebe-se também, uma repressão psicológica e velada sobre os canais de comunicação para que não ponha em evidência a verdadeira intensão do Estado. Que deixe apenas no ar...
Por conseguinte é possível notar, que as estruturas paralelas às necessidades urgentes, do povo brasileiro entrou na onda opressiva, precária, desoladora, frustrante e ecologicamente precária, onde introduzir a ordem , a paz, a harmonia, a justiça social e moral parecem cada dia, mais distante do que nos primórdios da colonização portuguesa, onde havia um sonho. O da liberdade!
Aparentemente temos a liberdade, mas e daí?
A lindíssima Carta Magna Social é desrespeitada a todo instante, e nada, se propõem a fazer em favor dela!
Apenas rosnam como animais selvagens por suas caças.
Fica um ponto para a reflexão!
As diferenças ideológicas, que são muitas, ainda possuem chances de proporcionar a nós brasileiros natos e de coração, a escolha de melhores condições do saber, pensar e progredir, sem o risco de novas "incongruências" sócio-politicas e econômicas? E o jurídico como ficará? Omisso?
Abração!
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