Em tempos muito antigos, os pais escolhiam as profissões para seus filhos seguirem.
Nestes tempos contemporâneos, primaz se faz observar quais são a habilidades destes filhos.
E diante disto muitos seguem felizes para suas novas caminhadas de estudos e especializações em suas escolhas individuais sejam estas testadas ou não, deixando a desejar em momentos fundamentais.
Pensando assim, quando tratamos do tema embasado nos princípios básicos e éticos de cada profissional, neste caso específico, do "advogado" profissional do direito, que ao ser solicitado por um cidadão tem o dever de aconselhar de forma adequada e transparente sobre os direitos e obrigações deste, que apela por seus serviços, em conformidade com a legislação estabelecida no país.
Oferecendo assim, ao seu cliente proteção, lealdade e assistência em quaisquer situações, dentro das normas da deontologia sejam no âmbito econômico, social, civil , político, etc, visando a persecução da aplicação do acesso a justiça e promover a paz social entre as partes em litígio.
Oferecendo assim, ao seu cliente proteção, lealdade e assistência em quaisquer situações, dentro das normas da deontologia sejam no âmbito econômico, social, civil , político, etc, visando a persecução da aplicação do acesso a justiça e promover a paz social entre as partes em litígio.
Torna-se mister que os profissionais do Direito atendam todos os requisitos necessários visando garantir o bem servir e o "fumus boni juris" dos direitos alegados por seu cliente.
O que significa estar presente naquilo que se fizer necessário para o real acesso e resultado satisfatórios, diante da Justiça cidadã e Social da Constituição de 1988 e os ditames da OAB.
Ficam aqui registrados os meus sentimentos àqueles, que sigam de forma desinteressada quanto à confiabilidade, lealdade, e sinceridade durante as interlocuções estratégicas, entre profissionais do Direito e seus clientes no caminho da proteção efetiva e satisfatória para ambos!
Todo cuidado é o mínimo para evitar interpretações dúbias!
Todo cuidado é o mínimo para evitar interpretações dúbias!
Abração!
Necessitamos de atenção especial diante do acesso e satisfação da justiça, como direitos fundamentais.
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