Na expressão "caminhando contra o vento", da música do baianíssimo Caetano Veloso é possível notar que as ações do Poder público personifica o "vento" e os cidadãos nacionais sejam estes do bem ou do mal, se projetam sobre aquele em ato de reprovação às condutas inadimissíveis em tempos de paz e garantias constitucionais.
Diversas são as invencionices do "vento", aqui metaforizado , para justificar seus mandos e desmandos nos atos de improbidade, abuso de Poder, corrupção, etc, que hoje reforça um dos maiores crimes contra o povo que é o "calote" generalizado para os serviços prestados, onde o erário público desaparece em passe de mágica, e , todos os processos de licenciamentos, licitações ou autorizações são razões para a estreiteza e cobertura de culpas em gavetas de escritórios dos seus gestores administrativos, aliadas as articulações desonrosas na calada da noite distantes do oxigênio da ética e do respeito, com seres inescrupulosos e vis.
Mudanças de dogmas individualistas são necessários para que se possa caminhar livremente contra o "vento" sem temer o entorno traiçoeiro e vingativo.
Um bom início para interpor contra o "vento" encontra-se seguramente nas mãos e na inteligência do cidadão que vota consciente sem se apoiar nas pesquisas orquestradas pela mídia ou pelo valor pecuniário de candidatos, mas sim, pelo respeito dedicado à pessoa humana que luta diuturnamente por sua sobrevivência e integridade, seja esta material, fisica, emocional, ética, moral, e tantas outras recomendações da Carta constitucional.
Indiscutívelmente "caminhar contra o vento" permeia principalmente, o respeito à pessoa humana em todas as suas nuances éticas.
Melhorar é preciso para no "vento" não se desintegrar.
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