Entretanto, isso não acontece, e só para exemplificar, é notório que, alguns professores veem apresentando distorções sobre o significado de avaliar e mensurar, bem como, o de expressar com nitidez o que seus alunos devem apresentar nas aulas práticas ou teóricas, e assim, lançam-se de números (notas), sem um mínimo de bom senso. Escolas de Ensino Fundamental, Ensino médio e Faculdades (in casu) ou Universidades.
Acredita-se que, para se avaliar ou mensurar o desempenho de um aluno é necessário que o professor tenha consciencia do que realmente almeja implicita e explicitamente para ajudar no seu desenvolvimento cognitivo, fazendo com que esse deseje fazer uma reflexão sobre os temas abordados em classe, momento este de grande importância, e que também, o professor aceite suas experiencias anteriores restando-lhe apenas o direito ou dever de polir uma pedra que por vezes possa parecer em estado bruto, onde isto quer dizer que não deve considerá-lo uma tábula rasa , e sair distribuindo "zeros" nas situações em que parte das tarefas forem cumpridas é necessário observar o todo. (cognição e comportamento do aluno)
Professores e alunos cansados e esgotados devem selecionar e trabalhar os conteúdos para uma avaliação contínua, com atividades interativas mais amenas, e assim, possibilitar uma construção progressiva para o bom desempenho cognitivo. Há no contexto, um caráter singular do Direito do professor ensinar, ( a matéria e vivência), e o Direito do aluno aprender em gestos e críticas dialogadas, evitando imposições, respeitando a heterogeneidade destes alunos que o transforma em heroi ou vilão.
Vale dizer que, uma Educação Democrática evidencia-se por Deveres e Direitos estabelecidos para ambos, como diz a 5ª Lei de Isaac Newton : "Toda a ação provoca reação com a mesma força e a mesma intensidade".
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